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A Reforma Íntima e a Cura


Amigos, o texto a seguir foi retirado do livro “OS SÍMBOLOS DO REIKI E SEUS ENSINAMENTOS MORAIS” de autoria de ADILSON MARQUES e refere-se ao REIKI, mas acreditamos que as afirmações expressadas aqui cabem a qualquer tipo de terapia de cura, espiritualista ou não, visto que é de entendimento geral que a origem da maioria das doenças está intimamente relacionada com os pensamentos, assim como que a cura está ligada, antes de tudo, à força de vontade, impulsionada pela nossa mente. Esperamos que todos aproveitem a leitura e reflitam sobre isso.




“O REIKI não cura a causa da enfermidade. Esta deve ser curada com a “reforma íntima”, mudando os sentimentos, pensamentos e atitudes negativas. O REIKI aliviará a carga deletéria que se encontra plasmada em nossos corpos, no físico e nos sutis.



Hoje temos evidências empíricas de que são os pensamentos, as emoções e as atitudes que afetam a constituição física de uma pessoa. Portanto, para curar uma enfermidade que se encontra no corpo físico, deve-se, sempre, ir à causa. O REIKI trata o que chamarei de sintomas primários, mas continuam sendo sintomas e não a causa. Em outras palavras, uma mente descontrolada pode emitir fluido deletério que irá se concentrar no corpo energético (perispírito). Para ser drenado, chegará ao corpo físico podendo se constituir em alguma enfermidade. Assim, ao chegar ao corpo físico e ser identificada pela medicina acadêmica, passará a ser tratada como uma “doença”. Mas, em uma perspectiva muito mais ampla e complexa, trata-se de um sintoma secundário de uma enfermidade que está na alma. Em essência, não existem doenças, existem doentes.



Esta mesma energia, ao se acumular no corpo energético, não deixa de ser um sintoma primário. É nesse nível que o REIKI pode melhor atuar, ajudando a eliminar essa toxidade energética sem que ela cause maiores prejuízos ao veiculo físico daquela pessoa. Porém, o controle dos pensamentos que geraram tal carga energética deletéria não está ao alcance do REIKI. O próprio enfermo é quem deve fazer as transformações interiores necessárias. É por isso que a participação ativa do enfermo é sempre fundamental para que se possa obter a verdadeira cura. A pessoa que paga para receber REIKI joga a responsabilidade pela cura nas costas do terapeuta. É mais fácil pagar para alguém o tratar do que se esforçar para se transformar interiormente.



Como já vimos, o chakra básico está ligado à sobrevivência. Normalmente, a pessoa que se encontra deprimida ou com idéias suicidas possui este chakra sem energia. Pessoas insensíveis ou sem contato com a realidade material também. Por outro lado, pessoas violentas costumam ter o chakra umbilical superativado.



O plexo solar costuma sediar as emoções ditas “inferiores”: ira, ódio, ressentimento, ansiedade, medo, egoísmo. Tais sentimentos tornam-no superativado. Em harmonia, torna-se a sede da coragem, da perseverança e do desejo de vencer.



O chakra cardíaco está relacionado diretamente como os sentimentos mais elevados, tais como a serenidade, a paz, a bondade, a gentileza, a ternura, a prudência, a paciência, o perdão etc. Ao ser ativado, ajuda a canalizar as formas elevadas de energias emocionais.



O chakra laríngeo é ativado em atividades como o estudo, a arte, o planejamento etc. Está relacionado com a nossa capacidade mental concreta, mas pode ser ativado para a criatividade superior/espiritual.



O chakra frontal normatiza nossa capacidade mental superior, abrindo o ser para uma consciência cósmica, enquanto o chakra da coroa (coronário), abre-se para as esferas transpessoais, intuitivas, medianímicas etc. para além do raciocínio dedutivo ou indutivo.



Os chakras, nesse sentido, além de centros de energia, são sedes de funções psicológicas e, portanto, nossas atitudes, pensamentos ou sentimentos podem produzir energias (vibrações) que podem facilitar ou dificultar seu funcionamento saudável. Nossos pensamentos e sentimentos são capazes de nos afetar como afetar outras pessoas, encarnadas ou não. Quantas pessoas morrem de medo de macumba e de feitiços, mas se esquecem da fonte de tudo isso: o pensamento. Um sentimento de inveja pode causar mais estragos em uma pessoa do que um trabalho de macumba em uma esquina, quando o macumbeiro se concentra mais na forma do ritual do que na intenção desejada. Nossa mente é uma grande usina atômica que pode ser utilizada para o Bem como para o Mal.



Por ser um sistema complexo, é difícil afirmar o que vem antes. Mas, por exemplo, sabemos que uma experiência traumática pode gerar pensamentos de medo, insegurança e desespero que, com o tempo, podem paralisar alguns chakras, levando a pessoa à depressão, à ansiedade etc. Estas enfermidades emocionais podem estimular outras enfermidades físicas que passam a gerar novos pensamentos negativos, em uma roda sem fim.



Devemos nos lembrar que os verdadeiros mestres da Meditação, do Yoga e de outras práticas espiritualistas orientais ensinam que todas estas atividades devem ser precedidas por uma rigorosa preparação que inclui o estudo moral e o altruísmo. Sem esta base espiritual, tais práticas podem resultar em experiências desagradáveis. O mesmo acontece com o REIKI.”



Fonte: OS SÍMBOLOS DO REIKI E SEUS ENSINAMENTOS MORAIS - ADILSON MARQUES



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