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Entrevista sobre o Passe (2/2)



CONTINUAÇÃO...



Existe uma ação espiritual no passe? Os Espíritos auxiliam de alguma forma essa transfusão, essa transmissão de energia?



Carlos Augusto
– Com certeza! Existe uma diferença entre o magnetizador comum (como se concebe normalmente, que usa apenas a sua própria técnica pessoal e as suas energias físicas) e o do passe onde, diferentemente, além das energias do médium passista, existem as energias dos benfeitores espirituais que estão ali assessorando o processo. E nós também sabemos que eles retiram da natureza próxima as substâncias medicamentosas de que se valem para ministrar o passe com mais eficiência ainda, como já é do conhecimento, tal como consta na literatura espírita.



Quer dizer que o passe tem um efeito terapêutico e pode ter mesmo um efeito de cura em alguns casos?



Carlos Augusto – Naturalmente ele é dado como um bem. Ele funciona como elemento de pacificação da alma, de tranqüilização nervosa, mas ele tem o poder de curar, ele pode ir mais à frente, dependendo, obviamente, dos méritos da pessoa que busca a intimidade de uma cabine para receber os passes.



Por que as religiões mais tradicionais não utilizavam o passe?

Carlos Augusto – Na verdade, as religiões tradicionais se utilizavam do passe também, mas sob outros nomes e através de outras formas. A gente vê o Johrei na Seicho-No-Ie; os hindus energizando os corpos através do prana; na Igreja Católica, a água benta, que é um processo de fluidificação da água, que é também magnetização. Também na Igreja Católica, o padre, quando ministra o sacramento da hóstia, ele embala esta hóstia com magnetismo; o pastor, na Igreja Protestante, quando ele toca a cabeça do crente e ora, ele está, com imposição de mãos, aplicando esse passe. E essa é uma prática antiga. Nós encontramos registros lá em Números de Moisés, quando eles tratam da purificação da água através da magnetização.



Então, há vários exemplos na literatura, em várias religiões, mas o nome não é esse; porém, o efeito prático dessa transmissão de energia seria o mesmo?



Carlos Augusto – Exatamente. Os mecanismos são os mesmos, os nomes e as formas é que se diferenciam um pouco. É como o carro. Você tem de muitas marcas, mas todos eles atingem o objetivo que é o de chegar ao destino que o motorista pretende alcançar.



Como é que a gente poderia encarar a idéia do passe cobrado? Por que o passe, nos Centros Espíritas, é ministrado gratuitamente? Qualquer pessoa que procurar um Centro Espírita para ouvir uma palestra, ouvir os ensinamentos de Jesus, tem a possibilidade de depois, ao final da reunião, receber o passe. Existem locais que cobram por isso?



Carlos Augusto – Existem essas práticas em alguns núcleos da Europa, em especial na Inglaterra, o que eu considero um absurdo, porque o passe é uma dádiva divina, é um bem que a Espiritualidade nos concede e ele tem que ser dado essencialmente com amor... e quem ama não cobra! Quando cobram, estão violentando um princípio básico, elementar, das noções evangélicas trazidas pelo Cristo, que é o de dar de graça aquilo que de graça nós recebemos. Além do mais, levanta suspeita, porque nós nunca saberemos se a pessoa está aplicando passe para ser útil ou para auferir vantagens. Isto, então, obviamente vai deixar a pessoa debaixo de um estado de indecisão que pode prejudicar a ministração dele. E a gente entende que, acima de tudo, o passe tem que ser dado de graça, porque ele é essencialmente uma manifestação de amor.



Que tipo de idéias, de pensamentos, uma pessoa que entra numa cabine de passe, para receber essa transmissão de energia, deve cultivar para que o passe faça, de fato, o efeito mais eficiente?



Carlos Augusto – Ela precisa positivar a mente pensando no Bem. E, ao longo da vida, também não só pensar, mas agir no Bem: um sorriso, um abraço amigo, uma manifestação afetuosa de carinho. E hoje nós vemos tanta fome no mundo. Recentemente a ONU nos falou, através de seus boletins, tão acreditados no mundo, que há cerca de 1 bilhão de pessoas que se alimentam precariamente; o Unicef, que é uma divisão da ONU, nos informa que todas as noites aproximadamente 400 milhões de crianças vão para a cama sem comer. Então, essa é uma oportunidade excepcional que só merece nossa capacidade de agir, ajudando os outros. Eu costumo dizer que quando nós nos lembramos dos outros, Deus não nos esquece.



– Então, você quer dizer que cultivar esses pensamentos e poder praticar a caridade é um caminho?



Carlos Augusto – Com certeza, um caminho eficientíssimo de obtenção de sucesso na recepção do passe!



Para ver a entrevista original: >> CLIQUE AQUI <<



Para saber mais sobre Passes, visite os seguintes links:


O Passe (Parte 1)


O Passe (Parte 2)


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