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Estudando o Magnetismo – Parte 3/6


Polos Magnéticos

As propriedades magnéticas não se manifestam em toda a extensão do ímã, mas apenas nas extremidades, chamadas “pólos”. Quando se trata de uma barra, por exemplo, aparece o magnetismo nas pontas; entre os dois pólos há uma região que não apresenta propriedades magnéticas, sendo por isso denominada neutra.

Assim também no corpo humano, as partes que revelam maior magnetismo são as extremidades, sobretudo as dos membros superiores, tendo-se estabelecido experimentalmente que o lado direito tem magnetismo positivo (doação) e o lado esquerdo magnetismo negativo (absorção), porque atrai, coisas negativas, e por isso os romanos o chamavam “sinistro”.

Daí o aperto de mão ser feito sempre com a direita, pois a esquerda absorveria os fluidos pesados da outra pessoa. Também o “sinal da cruz” na própria criatura e a “bênção” dada pelos sacerdotes (passes em forma de cruz) são realizados com a mão direita. Os “passes magnéticos” de doação realizam-se com a mesma mão.

Assim também, quando queremos homenagear uma pessoa, “dando-lhe” amor ou carinho, nós a colocamos a nosso lado direito, para que o lado esquerdo dela “absorva” nossas boas vibrações. No entanto, quando desejamos “captar” o amor de alguém, nós a colocamos à nossa esquerda (nas conversas amorosas, no leito, etc.), para que possamos absorver melhor suas vibrações de carinho. Nos canhotos, porém, o magnetismo é inverso: positivo à esquerda, negativo à direita.

Quando desejamos lançar fluidos, é através das mãos que a fazemos, saindo eles pelas pontas dos dedos.







Atração e Repulsão

Se suspendermos dois ímãs por seus centros de gravidade, e aproximarmos um do outro, verificaremos que os pólos do mesmo nome se repelem, e os de nomes contrários se atraem. Daí concluímos que o pólo norte geográfico da Terra é um sul-magnético (já que atrai o polo norte do ímã), e vice-versa.

Compreendemos, então, por que, nas correntes mediúnicas, os componentes se dão as mãos segurando com a direita a esquerda do que lhe está ao lado. Também por isso observamos que, por magnetismo natural, as pessoas se atraem quando possuem temperamentos opostos: violentos atraem dóceis, orgulhosos atraem humildes etc. (donde o ditado popular: “duro com duro não faz bom muro”).

Na mediunidade pode aparecer uma objeção: o médium dócil recebe espíritos dóceis, havendo de modo geral consonância de temperamento entre os médiuns e seus “guias”. Entretanto, aí não se trata de magnetismo, mas de sintonia vibratória.

Observamos, todavia, um fenômeno interessante: em certos casos, existe uma impossibilidade absoluta de certos espíritos incorporarem em certos médiuns. E isso ocorre sem que haja nenhuma dissintonia, pois muitas vezes o espírito gosta imensamente da criatura e vice-versa, mas não pode incorporar-se. Supomos que o impedimento consista numa repulsão magnética entre ambos. Aguardamos, porém, melhores esclarecimentos de quem seja mais capaz.

Podemos, então, estabelecer um princípio: as comunicações telepáticas, através da pineal-pituitária, se fazem por “sintonia vibratória”; e as fluídicas (ligações por fio) se realizam através dos chakras-plexos, por magnetismo positivo-negativo. Em nossa hipótese, pois, o magnetismo poderá influir na “incorporação”, na ligação fluídica, mas não na inspiração ou intuição, já que esta se realiza por simples recepção de ondas vibratórias.


Do livro “Técnica da Mediunidade” - Carlos Torres Pastorino


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