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Estudando o Magnetismo – Parte 4/6



Massa Magnética

Para facilitar o estudo, criaram os físicos uma convenção a que denominaram “massa magnética”, que corresponde a “um ponto ideal, onde se reuniria toda a região magnética puntiforme”. Convencionou-se ainda que duas massas magnéticas: ou são iguais, ou uma é o múltiplo da outra.

Há duas leis (análogas às que regem as cargas elétricas puntiformes) a que obedecem a atração e a repulsão - Entre duas massas magnéticas puntiformes, isto é, entre as forças positiva e negativa (separadas pela região neutra):

1ª lei: A intensidade da força de atração ou repulsão é proporcional ao produto de cada uma das massas magnéticas.

2ª lei: A intensidade da força de atração ou repulsão é inversamente proporcional ao quadrado da distância entre elas.

Essas duas leis valem também para os planos etérico e astral (como para todos os outros, porque as grandes leis da natureza vigem em qualquer plano). Encontramos de imediato três aplicações práticas: nos passes (A), nas obsessões (B) e nas “incorporações” (C):

A) Passes: Nos passes magnéticos a maior intensidade de uma corrente fluídica vai depender da diferença das massas magnéticas do doador e de paciente. Assim, um indivíduo fraco (FM = 2) ao receber passes de outro forte (FM = 10), terá carga de intensidade 8. Observe-se que um é sempre múltiplo do outro. Daí um mais fraco não dever dar passes magnéticos em outro mais forte que ele: esgotar-se-ia com pouco proveito. Além disso, acresça-se o valor das emoções entre doador e paciente (principalmente neste último), no sentido da boa recepção magnética. Outra observação: os passes magnéticos devem ser dados na proximidade (por vezes até tocando-se o ponto enfermo), em vista da 2ª lei. Note-se, porém, que tudo isso vale para passes magnéticos, pois os passes espirituais caem sob outras leis.

B) Obsessões: O obsessor, ciente ou inconscientemente, se liga ao obsidiado através do “ponto magnético” que lhe ofereça campo de atração. Esse ponto é do pólo negativo (passivo) na vítima, para que ele utilize seu próprio pólo positivo (ativo). Ora, os pontos magnéticos negativos no encarnado são exatamente os órgãos enfermos, deficientes, ou, pelo menos, fracos.

Nesse ponto dá-se a atração, ligando magneticamente os dois. Assim, por exemplo, uma criatura que sofra de deficiência ovariana é facilmente influenciável nesse ponto, sendo levada à esquizofrenia. Se a debilidade é hepática, por esse órgão se estabelece a ligação, sendo o indivíduo arrastado à irritabilidade.

E tanto maior intensidade na obsessão haverá, quanto nuns diferença houver entre as forças dos dois e quanto maior for a proximidade entre ambos.

Deduzimos, então, que a obsessão não é obra, em geral, de sintonia vibratória, podendo até não haver sintonia nenhuma entre os dois, o que serve de consolo a muitos... Muito ajudam, ainda, as emoções do obsessor e do obsidiado.

C) “Incorporações”: Nas comunicações, vimos que as telepáticas obedecem às leis da sintonia vibratória; mas as realizadas por ligações fluídicas podem efetuar-se por simples atração magnética. Aí temos dois casos:

a) o desencarnado é mais forte e positivo e se liga ao encarnado por um ponto negativo deste (é o caso anterior da obsessão);

b) o desencarnado é mais fraco (enfermo, sofredor etc.) e a ligação é feita do encarnado (positivo) para o desencarnado, ligando-se exatamente no ponto magnético mais fraco do desencarnado: o órgão enfermo.

Essa a razão por que os médiuns, quando “incorporam”, sentem nos próprios órgãos as mesmas sensações desagradáveis ou dores lancinantes que o desencarnado está sentindo: a ligação foi feita entre o órgão sadio do aparelho (pólo positivo) e o órgão enfermo do comunicante (pólo negativo).

A 2ª lei também é perceptível: se o desencarnado está próximo do aparelho as sensações são integrais (caso do “encosto”) porque a intensidade magnética é máxima. Se a ligação é feita à distância, as sensações são mais enfraquecidas.

Em muitos casos é tão violento o acesso de dor do desencarnado e tal seu desespero, que uma aproximação desequilibraria o aparelho. Neste caso, os trabalhadores do astral providenciam a ligação à distância, deixando o espírito onde está (zona trevosa, subterrânea, subaquática etc.). Por não saírem do “inferno” onde se encontram, os espíritos não veem o ambiente, e continuam queixando-se de que estão em trevas.

O choque vibratório continua existindo, mas muito mais fraco e suportável. O médium, pela ligação, envia fluidos magnéticos positivos ao sofredor, aliviando-o aos poucos, até que ele tenha capacidade para aproximar-se, “incorporando”, a fim de alcançar melhor medicação.

Do livro “Técnica da Mediunidade” - Carlos Torres Pastorino

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